É com orgulho que anunciamos que Coinland, um dos jogos desenvolvidos pela Spacefrog, alcançou uma posição de destaque no renomado SBGames, o maior evento acadêmico da América Latina dedicado aos Jogos e Entretenimento Digital. Este ano, Coinland foi premiado com o 2º lugar na categoria InGame, um reconhecimento valioso dentro do festival. Além disso, diversas outras obras artísticas foram selecionadas para serem exibidas durante o evento presencial, marcando a estreia da nossa empresa no simpósio com uma recepção extremamente positiva.

Dia 25 de março de 2022, a SpaceFrog teve a alegria de participar do Smart City Expo Curitiba. O evento é um grande hub de conexão e networking entre gestores públicos, executivos de organizações privadas, investidores, empreendedores, pesquisadores, órgãos de fomento e sociedade civil. A SpaceFrog participou da exposição conjunta com diversas empresas que fazem parte do ecossistema de inovação de Curitiba: O vale do Pinhão.

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/gazz-conecta/smart-city/smart-city-expo-curitiba-2022-confira-destaques-primeiro-dia-evento/

Dias 18 e 19 de março de 2022, no centro de Curitiba, a SpaceFrog marcou presença na feira de Inovação de Curitiba. A Feira é organizada pela Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, em parceria com o ecossistema do Vale do Pinhão. O órgão é vinculado à Prefeitura e responsável pela política de empreendedorismo, inovação e cidades inteligentes da capital. Os visitantes puderam experimentar os jogos da SpaceFrog e ter em primeira mão novidades sobre o próximo lançamento: Coinland.

Leia mais sobre a feira de Inovação em: http://www.valedopinhao.com.br/feira-de-inovacao-vai-ate-sabado-na-rua-xv-de-novembro/

Desde 2020 a SpaceFrog está de casa nova. Agora utilizando o espaço do Aldeia coworking – Shopping Estação. Esses dois anos, por conta da pandemia, nossa equipe tem trabalhado remotamente, então a casa nova ainda foi pouco usada. Mas aguardem, assim que as coisas estiverem mais seguras para todos, estaremos nos reencontrando, presencialmente falando, já que estamos firmes nos projetos de forma remota.

Novo endereço da SpaceFrog: Av. Sete de Setembro, 2775 – 9º andar – Rebouças, Curitiba – PR, 80230-010

Esse ano foi iniciada mais uma parceria na distribuição de jogos educacionais da SpaceFrog. Desde junho 2 jogos do portfólio SpaceFrog estão disponíveis para os clientes da Bemobi, uma empresa de Tecnologia especializada na distribuição e monetização de aplicativos, jogos e serviços digitais móveis.

Hoje a Bemobi tem seus serviços integrados com 76 operadoras de telefonia móvel ao redor do mundo, o que lhe dá acesso a um mercado endereçável de mais de 2,3 bilhões de usuários móveis.

Dentro deste vasto e crescente mercado endereçável, no primeiro trimestre de 2021, A Bemobi manteve uma média superior a 32 milhões de assinaturas contratadas e pagas pelos usuários, alcançando quase 30 milhões de pacotes de aplicativos e/ou de serviços de mensageria ativos na modalidade de bundle e 42,3 milhões de micro transações foram comercializadas e distribuídas em 39 países.

Logo, mais jogos se juntarão ao portfólio atual ampliando ainda mais essa parceria.

A equipe da SpaceFrog está sempre buscando alçar grandes voos. E como exploradores de novos mundos cheios de novas possibilidades, sempre estamos com a cabeça nas nuvens, sonhando com projetos criativos e divertidos que auxiliem professores e alunos no universo do aprendizado.

Para alcançar nossos objetivos estávamos em busca de um lugar onde, além de planejar e construir nossos jogos, pudéssemos também nos dedicar às próximas aventuras, aos próximos passos como empresa, enfim, um porto seguro e estratégico. Como nosso DNA é educacional também buscávamos uma comunidade que, assim como nós, acreditassem no valor de uma educação pautada na criatividade, inovação e na realidade do aluno. 

Foi então que encontramos o Porto Educação, o primeiro coworking de Curitiba exclusivamente dedicado à educação. Além de uma infraestrutura completa e localização estratégica, encontramos na Porto uma comunidade feita por pessoas interessadas em aprender, compartilhar ideias, inspirar e construir uma nova educação.

Agradecemos em primeira mão ao carinho e atenção que recebemos de toda equipe da Porto Educação. Esperamos que a parceria resulte em grandes projetos e com certeza em sucessos futuros. Logo divulgaremos os novos jogos desse segundo semestre e outras novidades, aguardem!

Para conhecer mais sobre o Coworking: www.portoeducacao.com.br

No mês de junho, no coração da Avenida Paulista, aconteceu o BIG Festival 2019. O maior festival de games independentes da América Latina foi celebrado esse ano no clube Homs e estava repleto de palestras, business e muitos, muitos games bons!

MUITA JOGATINA!

O evento contou com 75 jogos (54 na competição e 21 na mostra Panorama Brasil). A diversidade dos jogos no BIG sempre empolga e nessa edição não foi diferente: puzzles, plataformas, VR, design flat, pixel art e mundos em 3D para explorar. Este ano, o prêmio de melhor jogo foi ao Espanhol Gris com arte e gameplay cativantes. O jogo brasileiro campeão este ano foi ADORE da Cadabra Games. Para ver os demais finalistas e campeões de cada categoria acesse o link: https://www.bigfestival.com.br/finalistas-2019.html

PARA QUEM VÊ JOGOS COMO NEGÓCIO E PROFISSÃO

Na área de negócios o evento contou com a participação de aproximadamente 120 profissionais estrangeiros, representando empresas que estão dispostas a financiar, publicar e comercializar os jogos feitos por desenvolvedores brasileiros. Foram 2 dias de muitas reuniões na área de rodada de negócios. Nós, da SpaceFrog, aproveitamos para fortalecer os vínculos com velhos parceiros e iniciar novas parcerias para projetos futuros. 

PALESTRAS GRATUITAS

Outro grande diferencial do BIG é o grande circuito de palestras sobre o mercado de game. São diversos profissionais trocando experiências sobre as mais diversas áreas e facetas do mercado. 

Este ano em especial, participamos do painel: Jogos educacionais – Além do Brócolis com Chocolate. Este painel reuniu desenvolvedores de jogos (entre eles a SpaceFrog) e um Publisher onde foram apresentados jogos que estão sendo usados na sala de aula para ensinar diversos conteúdos da grade curricular. 

Compartilhamos com os demais participantes os nossos processos de design que exploram a ludicidade como motor do desenvolvimento cognitivo, fugindo da roupagem estrutural tradicional dos jogos educacionais e oferecendo ao player (estudante) jogos divertidos, engajantes, com diversos e novos sabores para os conteúdos escolares.

COMPETIÇÕES

Esse ano o BIG foi marcado por muitas competições paralelas a amostra competitiva anual. Aconteceu uma competição de cosplay, uma Jam patrocinada pelo Facebook, uma seleção para o Nordic Game Discovery Contest e a Humble BIG New Talent Award. 

AGRADECIMENTOS

Finalizamos com o merecido obrigado a toda equipe do Festival que trabalha pesado para organizar e executar de forma primorosa o maior festival de games do nosso continente. Graças a eles o Big continua a ser um marco na cultura gamer e no mercado de desenvolvimento nacional.

A inovação e o uso da tecnologia na educação estão transformando os ambientes escolares. Saber como iniciar um projeto pedagógico que se utiliza de ferramentas tecnológicas é um conhecimento que poupa tempo, dinheiro e preserva o cabelo de gestores do setor educacional.

Isso se faz importante porque na maioria das vezes o gestor não conta com muito recurso financeiro para isso, mesmo aqueles que trabalham em grandes grupos educacionais. Por outro lado, a tecnologia evolui tão rápido que equipamentos de ponta podem entrar em defasagem muito rapidamente, e o investimento parece não compensar.

Ouço há algum tempo sobre projetos, tanto no setor público como no privado, que eram em seu escopo de alta performance, mas resultaram em perdas financeiras, equipamentos e kits sucateados que ocupam os espaços escolares. Talvez você educador já tenha esbarrado em um velho kit de robótica com peças faltando, tendo que trabalhar com aqueles netbooks coloridos ou em laboratórios cheios de PC´s Frankensteins.

Pensando nisso, gostaria de deixar alguns conselhos simples, mas muito úteis que podem poupar muito dinheiro, além de evitar muita dor de cabeça na hora de adotar um projeto que envolva tecnologia e inovação em sua escola.

  1. Nem sempre o mais caro é o melhor. Esta frase sempre gera sorrisos aos responsáveis financeiros. Mas é verdade. A professora Débora Garofalo, representante brasileira e finalista do maior prêmio de educação do mundo, é prova disso. Ela criou um projeto de robótica utilizando sucata (ver link) que foi extremamente assertivo. Você não precisa ter impressoras 3D para ter um ótimo projeto maker em sua escola. Você poderá ter grandes resultados com um projeto que utiliza recursos mais baratos, por exemplo, o papelão. Ser inovador não significa ter tecnologia de ponta e sim criar soluções de ponta. Existem também ferramentas baratas e até gratuitas, de alta tecnologia e performance. O exemplo disso são as ferramentas da Google: Google for Education. Conversaremos sobre elas em um outro momento.
    https://fundacaolemann.org.br/noticias/professora-brasileira-no-maior-premio-de-educacao-do-mundo
  2. Se for para escolher, escolha mobilidade. Já foi o tempo em que uma escola podia se diferenciar com um laboratório de informática, onde não se ensinava informática, lembra? Então, está na hora de mudar. Hoje o tempo é um artigo precioso e fazer deslocamento de turmas para o laboratório sempre causou muito transtorno a alunos e a educadores. Outro fator negativo era o alto preço para manter esses equipamentos funcionando. Por isso, meu conselho é simplificar. Existem soluções no mercado, como tablets e Chromebooks, que além de mais baratos (relembrando que nem sempre o mais caro é melhor), podem ser levados para dentro da sala, sendo integrados ao fluxo da aula sem causar transtornos. Os Chromebooks têm uma outra vantagem: nada fica neles. Tudo vai para nuvem e, portanto, qualquer arquivo, pode ser acessado em qualquer lugar do planeta. E o que fazer com o antigo espaço do laboratório? Que tal criar um espaço de inovação, um fablab, ou simplesmente um lugar de leitura e descanso? Use a sua imaginação e criatividade dentro do seu orçamento. Se desejar, dê uma olhada nesse link, a Rosan Bosh com certeza irá lhe inspirar com seus projetos fantásticos.
    https://rosanbosch.com/en
  3. Nada é para sempre, por isso planeje a renovação. Como falei anteriormente, a tecnologia evolui muito rápido e o que era alta tecnologia deixa de ser em poucos meses. Em 1965 um funcionário da Intel previu que os transistores em um chip dobrariam a cada 18 meses, a chamada lei de Moore. Hoje sabe-se que a eficiência dos processadores dobra em 18 meses, como previstos por Moore. Ter isso em mente no momento de planejar a troca de equipamentos em sua escola fará entender o prazo para que seus equipamentos fiquem menos eficientes, ou seja, seus equipamentos serão 2x mais lentos a cada 18 meses de uso, comparados com os lançamentos do mercado. Lembre-se: computadores, projetores, tvs e tablets não são livros e precisam ser substituídos periodicamente. 
  4. Não queime etapas. Sabe-se que, tanto gestores quanto educadores estão a todo o momento sendo bombardeados por modismos. Sempre existem as metodologias X ou Y sendo oferecidas e isso soma-se aos kits e parafernálias tecnológicas que prometem fazer sua instituição uma escola 4.0 da noite para o dia. Para mim o importante é construir uma base, uma cultura e uma mudança na maneira de ensinar e de utilizar tecnologia em sala de aula. Por exemplo: se deseja ter aulas de robótica, sugiro que antes sejam oferecidas aulas de programação para crianças e adolescentes. Se você quer ter um estúdio de áudio-visual em sua escola, antes ensine e promova a criação de vídeos utilizando o celular, estimule a criação de canais no YouTube, com debates, explorações, tutoriais e experiências científicas. Entender onde sua escola está e o que precisa construir para alcançar níveis mais altos é a diferença entre bons projetos e dinheiro jogado no lixo. 
  5. Prefira parcerias que compartilham know-how. Aulas de robótica? Pilotagem de drones? Tudo em aulas extracurriculares com parceiros terceirizados? Isso parece muito bom quando se vende a escola para os pais. Porém lembre-se que assim que o contrato acabar, esse parceiro levará todo conhecimento dele com ele. Não vejo problemas com esse modelo, ele funciona e existem empresas com projetos muito bons no mercado que vão fazer muitos clientes se interessarem por sua escola. Mas se for para pensar no futuro, o conselho é: escolha projetos que envolvam seus educadores, que os capacitem a utilizar esses recursos inovadores e tecnológicos em seu dia-a-dia escolar. Assim você gera expertise ao seu staff e agrega valor a seus projetos pedagógicos.

 

Se desejar conhecer um projeto com esse princípio clique no link abaixo:

https://educriare.com.br/codego/

 

Os conselhos acabam por aqui, mas os desafios apenas estão começando.  Lembre-se que a tecnologia não é moda, ela é parte importante na vida das novas gerações e são as ferramentas que eles usam para se comunicar, interagir, aprender, trabalhar e se divertir. A sua escola precisa se conectar? Então mãos à obra!